Eu tenho por princípio só usar o adjetivo “deliciosa” para duas coisas: lasanha e mulher. No entanto, abro exceção para algumas comédias também. Essa é uma delas. Curtindo a Vida Adoidado é uma comédia deliciosa, daquelas que não cansamos de rever e que, sempre que ficamos doente em casa, rezamos para passar na Sessão da Tarde.
O filme inteiro é memorável, mas a cena de Matthew Broderick cantando Twist and Shout numa parada em plena Nova York se tornou o símbolo desta película.
Revejam e divirtam-se. E atire a primeira Ferrari pela parede de vidro da garagem do pai quem nunca quis ser Ferris Bueller.
Gornéfilo
quarta-feira, 30 de julho de 2008
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Batman das trevas
Um absurdo. O filme começa com uma cena panorâmica e você pensa com seus botões: caraleo, mais um. Mas não! Corta rápido. E começa forte. Bem filmado. Montagem punk! Coisa fina que eu não via há muito tempo. corte de câmera parada para outra em movimemento (eu acho bem da hora). O roteiro é ótimo. Trilha e fotografia também. Direção fantástica. Atuação do elenco inteiro impecável. Heath ledger eu nem comento. Uma das melhores presenças que vi na vida. Eu disse prum amigo: é o laranja mecânica dos nossos tempos. Ele arregalou os olhos. Vai ser o primeiro filme da minha vida que vou ver 2 vezes no cinema.
canastrani
canastrani
quarta-feira, 16 de julho de 2008
A Dama de Vermelho (The Woman in Red) - 1984
Essa é uma cena marcante pra mim. Kelly LeBrock desfila distraidamente pelo estacionamento (sim, aquilo não anda, desfila), quando de repente passa por cima de uma saída de ar, que levanta o seu vestido vermelho, mostrando sua lingerie vermelha. Gene Wilder tem a sorte de acidentalmente ver a rápida cena. Para delírio de Gene Wilder (e nosso), ela gosta da brincadeira e, sem saber que estamos todos observando, volta para cima da saída de ar e proporciona a cena que tanto me comove.
Vocês podem rebater, dizendo que não é assim tão foda, a da Marylin Monroe era melhor, ou que existem cenas mais eróticas e tal. Acontece que em 1984 eu era um filhotinho de tenra idade, um ser praticamente assexuado. E foi essa cena que me definiu enquanto ser humano do sexo masculino irremediavelmente apaixonado pelas mulheres, que me mostrou que a nível de coisa boa, nada as supera.
O vídeo tá em espanhol, mas mulher bonita é língua universal.
Gornéfilo
Vocês podem rebater, dizendo que não é assim tão foda, a da Marylin Monroe era melhor, ou que existem cenas mais eróticas e tal. Acontece que em 1984 eu era um filhotinho de tenra idade, um ser praticamente assexuado. E foi essa cena que me definiu enquanto ser humano do sexo masculino irremediavelmente apaixonado pelas mulheres, que me mostrou que a nível de coisa boa, nada as supera.
O vídeo tá em espanhol, mas mulher bonita é língua universal.
Gornéfilo
terça-feira, 15 de julho de 2008
paranoid park
gus van sant é o mestre do silêncio em tempos de filmes barulhentos. impressionante o que esse cara que faz nesse filme. ele ainda dá uma ponta como o tio tommy do skatista moleque alex, personagem principal.
o mais punk desse paranoid park sãos as transições de extremo bom gosto de uma situação para outra, às vezes via som, porque a história não é contada da forma cronológica.
ah, outra coisa bem bacana são os flashbacks e slows, marcas constantes do diretor.
phoda!
canastrani
o mais punk desse paranoid park sãos as transições de extremo bom gosto de uma situação para outra, às vezes via som, porque a história não é contada da forma cronológica.
ah, outra coisa bem bacana são os flashbacks e slows, marcas constantes do diretor.
phoda!
canastrani
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Ela faz cinema
Não é filme, mas é clipe que tem um jeito de curta e, por sua vez, cinema. Nem comento chico buarque pra não tropeçar no clichê do clichê. Um clipurta que canta de cinema com várias de atrizes brasileiras.
Daí eu roubo do truffaut apergunta que ele colocou na boca de um personagem em a noite americana: por que as mulheres são tão enigmáticas?
Aliás fodíssimo filme, mas isso já é outra blogtória...
canastrani
Daí eu roubo do truffaut apergunta que ele colocou na boca de um personagem em a noite americana: por que as mulheres são tão enigmáticas?
Aliás fodíssimo filme, mas isso já é outra blogtória...
canastrani
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