quarta-feira, 4 de março de 2009

Rei Arthur (2004)

Taí um filme que é visualmente brilhante. Inúmeras cenas de te deixar de queixo caído, com menção especial à batalha sobre o lago congelado. Lembro até hoje da minha sensação quando eu saí do cinema. Estava extasiado (além claro, de me perguntar “quem é essa tetéia que faz a Guinevere?”). Não achei nenhuma cena especial, só o trailer. Mas pra quem não viu, o filme vale a visita. De preferência numa tevê enorme.



Gornéfilo

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

rede de mentiras

leonardo di caprio com cara de mau à la jack nicholson em os infiltrados. roteiro inteligente e rápido, mesmo num filme longo você vê que não tem cena perdida. cenas muito boa, explosões, pau comendo.atuação do di caprio fantástica, o garoto ta cada vez melhor.

corte em black de 5 segundos pra acabar com tudo, montagem fina.
menino ridley filmou de tudo quanto é ângulo daquele jeito! mais uma coisa, direção de arte e som! foda!



canastrani

terça-feira, 9 de setembro de 2008

a via láctea

ela é minha professora de direção, a lina chamie e diretora barra roteirista desse filmaço, com montagem à godard com jump cut buenos, trilha super competente e roteiro muito bem amarrado!

duas cenas achei demais:

o traveling que não é trilho, mas steadycam da alice braga no viaduto do chá porque parece trilho e de repente a câmera fica em frente a atriz. muito bonito.

a outra é a cena da livraria com montagem super inteligente

mas a cena do filme é a da casa da alice que ela faz uma paradinha sem corte que não vou falar pra não estragar.

vale muito a pena mesmo...



canastrani

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Curtindo a Vida Adoidado (Ferris Bueler’s Day Off) – 1986

Eu tenho por princípio só usar o adjetivo “deliciosa” para duas coisas: lasanha e mulher. No entanto, abro exceção para algumas comédias também. Essa é uma delas. Curtindo a Vida Adoidado é uma comédia deliciosa, daquelas que não cansamos de rever e que, sempre que ficamos doente em casa, rezamos para passar na Sessão da Tarde.

O filme inteiro é memorável, mas a cena de Matthew Broderick cantando Twist and Shout numa parada em plena Nova York se tornou o símbolo desta película.

Revejam e divirtam-se. E atire a primeira Ferrari pela parede de vidro da garagem do pai quem nunca quis ser Ferris Bueller.



Gornéfilo

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Batman das trevas

Um absurdo. O filme começa com uma cena panorâmica e você pensa com seus botões: caraleo, mais um. Mas não! Corta rápido. E começa forte. Bem filmado. Montagem punk! Coisa fina que eu não via há muito tempo. corte de câmera parada para outra em movimemento (eu acho bem da hora). O roteiro é ótimo. Trilha e fotografia também. Direção fantástica. Atuação do elenco inteiro impecável. Heath ledger eu nem comento. Uma das melhores presenças que vi na vida. Eu disse prum amigo: é o laranja mecânica dos nossos tempos. Ele arregalou os olhos. Vai ser o primeiro filme da minha vida que vou ver 2 vezes no cinema.



canastrani

quarta-feira, 16 de julho de 2008

A Dama de Vermelho (The Woman in Red) - 1984

Essa é uma cena marcante pra mim. Kelly LeBrock desfila distraidamente pelo estacionamento (sim, aquilo não anda, desfila), quando de repente passa por cima de uma saída de ar, que levanta o seu vestido vermelho, mostrando sua lingerie vermelha. Gene Wilder tem a sorte de acidentalmente ver a rápida cena. Para delírio de Gene Wilder (e nosso), ela gosta da brincadeira e, sem saber que estamos todos observando, volta para cima da saída de ar e proporciona a cena que tanto me comove.

Vocês podem rebater, dizendo que não é assim tão foda, a da Marylin Monroe era melhor, ou que existem cenas mais eróticas e tal. Acontece que em 1984 eu era um filhotinho de tenra idade, um ser praticamente assexuado. E foi essa cena que me definiu enquanto ser humano do sexo masculino irremediavelmente apaixonado pelas mulheres, que me mostrou que a nível de coisa boa, nada as supera.

O vídeo tá em espanhol, mas mulher bonita é língua universal.



Gornéfilo

terça-feira, 15 de julho de 2008

paranoid park

gus van sant é o mestre do silêncio em tempos de filmes barulhentos. impressionante o que esse cara que faz nesse filme. ele ainda dá uma ponta como o tio tommy do skatista moleque alex, personagem principal.

o mais punk desse paranoid park sãos as transições de extremo bom gosto de uma situação para outra, às vezes via som, porque a história não é contada da forma cronológica.

ah, outra coisa bem bacana são os flashbacks e slows, marcas constantes do diretor.

phoda!



canastrani