segunda-feira, 30 de junho de 2008

Harry e Sally, feitos um para o outro

When Harry Met Sally... (Harry e Sally, feitos um para o outro)

Billy Crystal (ainda com cabelo) e Meg 'Oh, my fuckin Jesus' Ryan discutindo a amizade entre homens e mulheres.

Memoravel!



Lauro

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Conduta de risco

(Michael Clayton, Drama, 2007)

Conduta de risco é um ótimo filme, mas a cena fodáxima está quando sobem os créditos. George Clooney (o Michel Clayton do título em inglês) faz o que acaba de fazer, entra em um táxi, o motorista "Pra onde?" e ele: "Pra onde esses 50 dólares puderem me levar" e dá o dinheiro. Acaba o filme, começa a cena que vale à pena. A tela se divide um duas. Na esquerda, aquele fundo preto habitual e os crédidtos subindo. Na parte direita, a câmera fecha no Clooney sentado no banco traseiro do táxi, da cintura pra cima (esqueci o nome desse plano). Durante os cinco, seis minutos em que sobem os nomezinhos à esquerda, vemos George nos presentear com uma atuação foda. A respiração, o olhar, os gestos... todos os detalhes nos mostram o turbilhão de emoções e angústia e alívio e tudo o mais que ele está sentindo depois de fazer o que acaba de fazer. Muito, mas muito foda, a ponto de te prender magneticamente até que a cena realmente chegue
no fim, exatamente com o fim dos créditos.

Gornéfilo

quarta-feira, 18 de junho de 2008

café

taí meu curta novo


canastrani

segunda-feira, 16 de junho de 2008

fim dos tempos

várias sequências fodásticas no mais novo filme daquele cara que fez sexto sentido, mas não só isso.

a sequência de corpos caindo do prédio e a sequência do trem são absurdas. a primeira pela realidade e maneira como foi filmada centrando na reação de um personagem.

a segunda pela tensão punk que o diretor cria.

mais uma coisa: a trilha é fantástica. eu acho que ele é o diretor que mais se aproxima do mestre alfredo acerta saco.


the happening - m. night shyamala
n

canastrani

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Mundo Novo

Uma família de simples italianos no início do século XX embarca na monstruosa máquina com destino ao novo mundo, onde as frutas são do tamanho de gente, o dinheiro dá em árvore e os rios são de leite. Ainda chocados com as novidades que eles viram e viveram até aquele momento, a família fica ali reunida no convés do navio, em silêncio, olhando para o povo que fica no cais. A câmera sobe e muda o nosso ângulo de visão. Agora olhamos o povo lá de cima, um “mar de cabeças” toma todos os espaços da tela, não é possível ver o chão e desta maneira, não conseguimos dizem quem está dentro do navio e quem está no cais. O navio toca o apito. Todo mundo pula de susto (inclusive quem está assistindo). Lentamente o navio se afasta do cais e você começa a perceber quem vai e quem fica. Lentamente o mar vai ganhando espaço entre os dois “povos” e vemos uma nação dividida, como tantas outras...

Nuovomondo – Emanuele Crialese; com: Vincenzo Amato e Charlotte Gainsbourg


Fante

terça-feira, 10 de junho de 2008

o reino

(introdução rápida, por se tratar do primeiro texto. É sempre bom avisar...) Sinto muito, não conheço tanto de cinema quanto meus três colegas. Enquadramento, atuação, iluminação, pós-produção... lhufas. Para detalhes técnicos, favor ler os outros três. Eu vou falar de cenas que foram fodas dentro da história, que representaram algo ducaralho no contexto da coisa. Simples assim.

O Reino (2007) - Dir. Peter Berg. Com Jamie Foxx e Jeniffer Garner

Filme extremamente realista. Para o tipo de história, casa direitinho. No final, a parte fodérrima. Dois diálogos, idênticos, se alternam em países e culturas e pessoas completamente diferentes. Nos EUA, um dos soldados pergunta para Jamie Foxx:
- O que você falou para ela (Jeniffer Garner) que a fez parar de chorar (lá no começo do filme)?
Na Arábia Saudita, a mãe pergunta para o filho, neto do terrorista morto:
- O que seu avô sussurrou para você antes de morrer?
A resposta, idêntica, retrata direitinho o motivo da guerra nunca ter fim (nenhuma delas, seja contra o terrorismo ou não).
Não vou contar o que eles falaram, claro. Mas estou besta até agora com quão simples e verdadeira é a resposta.

Gornéfilo

Cassino Royale

Ele entra no quarto de hotel procurando sua parceira, mas ela não está. Percebendo que há alguém no banheiro, ele se move lentamente até a porta e abre bem devagar. Pronto, aí está ela! Sentada no chão abraçando os próprios joelhos, com o olhar distante e ainda vestida, bem debaixo da água do chuveiro. Ela acaba de tirar a vida de um ser humano, uma experiência inédita e nada fácil.

Sem dizer uma palavra, ele entra no box sem tirar o smoking e tão pouco os sapatos, senta do lado dela e pergunta: “Você está com frio?” ela faz que “sim” com a cabeça, ele levanta o braço direito, gira a torneira da água quente e aproveita o movimento do braço para abraçar a companheira e tentar confortá-la.

O volume da trilha aumenta na medida que a câmera se afasta - fade out.

Fante

segunda-feira, 9 de junho de 2008

ronin

Ronin (John Frankenheimer, 1998) - [Assista]

Uma das mais memoráveis cenas de perseguição automobilística do cinema. De dar inveja a qualquer John Woo.

Atenção especial às expressões do Jean Reno no carona, além de parecer que o cara tá realmente tenso, tem uma hora no túnel, que o De Niro passa entre um carro capotado girando e a parede que só trocam um olhar de como quem pensa 'essa foi foda...'
Animal!

De Niro, Jean Reno, Natascha McElhone, Stellan Skarsgård, e Sean Bean. (aliás a Natascha acaba com o estigma da mulher barbeira, guia muito)

por: Lauro

todos dizem eu te amo

Woody allen é um desajustado morando em paris. Até aí, quase nada mudou. Daí ele é amigo da ex-mulher. Até aí, nada mudou. Agora, os dois dançando à margem do rio sena é bem foda.

canastrani