leonardo di caprio com cara de mau à la jack nicholson em os infiltrados. roteiro inteligente e rápido, mesmo num filme longo você vê que não tem cena perdida. cenas muito boa, explosões, pau comendo.atuação do di caprio fantástica, o garoto ta cada vez melhor.
corte em black de 5 segundos pra acabar com tudo, montagem fina.
menino ridley filmou de tudo quanto é ângulo daquele jeito! mais uma coisa, direção de arte e som! foda!
canastrani
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
terça-feira, 9 de setembro de 2008
a via láctea
ela é minha professora de direção, a lina chamie e diretora barra roteirista desse filmaço, com montagem à godard com jump cut buenos, trilha super competente e roteiro muito bem amarrado!
duas cenas achei demais:
o traveling que não é trilho, mas steadycam da alice braga no viaduto do chá porque parece trilho e de repente a câmera fica em frente a atriz. muito bonito.
a outra é a cena da livraria com montagem super inteligente
mas a cena do filme é a da casa da alice que ela faz uma paradinha sem corte que não vou falar pra não estragar.
vale muito a pena mesmo...
canastrani
duas cenas achei demais:
o traveling que não é trilho, mas steadycam da alice braga no viaduto do chá porque parece trilho e de repente a câmera fica em frente a atriz. muito bonito.
a outra é a cena da livraria com montagem super inteligente
mas a cena do filme é a da casa da alice que ela faz uma paradinha sem corte que não vou falar pra não estragar.
vale muito a pena mesmo...
canastrani
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Curtindo a Vida Adoidado (Ferris Bueler’s Day Off) – 1986
Eu tenho por princípio só usar o adjetivo “deliciosa” para duas coisas: lasanha e mulher. No entanto, abro exceção para algumas comédias também. Essa é uma delas. Curtindo a Vida Adoidado é uma comédia deliciosa, daquelas que não cansamos de rever e que, sempre que ficamos doente em casa, rezamos para passar na Sessão da Tarde.
O filme inteiro é memorável, mas a cena de Matthew Broderick cantando Twist and Shout numa parada em plena Nova York se tornou o símbolo desta película.
Revejam e divirtam-se. E atire a primeira Ferrari pela parede de vidro da garagem do pai quem nunca quis ser Ferris Bueller.
Gornéfilo
O filme inteiro é memorável, mas a cena de Matthew Broderick cantando Twist and Shout numa parada em plena Nova York se tornou o símbolo desta película.
Revejam e divirtam-se. E atire a primeira Ferrari pela parede de vidro da garagem do pai quem nunca quis ser Ferris Bueller.
Gornéfilo
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Batman das trevas
Um absurdo. O filme começa com uma cena panorâmica e você pensa com seus botões: caraleo, mais um. Mas não! Corta rápido. E começa forte. Bem filmado. Montagem punk! Coisa fina que eu não via há muito tempo. corte de câmera parada para outra em movimemento (eu acho bem da hora). O roteiro é ótimo. Trilha e fotografia também. Direção fantástica. Atuação do elenco inteiro impecável. Heath ledger eu nem comento. Uma das melhores presenças que vi na vida. Eu disse prum amigo: é o laranja mecânica dos nossos tempos. Ele arregalou os olhos. Vai ser o primeiro filme da minha vida que vou ver 2 vezes no cinema.
canastrani
canastrani
quarta-feira, 16 de julho de 2008
A Dama de Vermelho (The Woman in Red) - 1984
Essa é uma cena marcante pra mim. Kelly LeBrock desfila distraidamente pelo estacionamento (sim, aquilo não anda, desfila), quando de repente passa por cima de uma saída de ar, que levanta o seu vestido vermelho, mostrando sua lingerie vermelha. Gene Wilder tem a sorte de acidentalmente ver a rápida cena. Para delírio de Gene Wilder (e nosso), ela gosta da brincadeira e, sem saber que estamos todos observando, volta para cima da saída de ar e proporciona a cena que tanto me comove.
Vocês podem rebater, dizendo que não é assim tão foda, a da Marylin Monroe era melhor, ou que existem cenas mais eróticas e tal. Acontece que em 1984 eu era um filhotinho de tenra idade, um ser praticamente assexuado. E foi essa cena que me definiu enquanto ser humano do sexo masculino irremediavelmente apaixonado pelas mulheres, que me mostrou que a nível de coisa boa, nada as supera.
O vídeo tá em espanhol, mas mulher bonita é língua universal.
Gornéfilo
Vocês podem rebater, dizendo que não é assim tão foda, a da Marylin Monroe era melhor, ou que existem cenas mais eróticas e tal. Acontece que em 1984 eu era um filhotinho de tenra idade, um ser praticamente assexuado. E foi essa cena que me definiu enquanto ser humano do sexo masculino irremediavelmente apaixonado pelas mulheres, que me mostrou que a nível de coisa boa, nada as supera.
O vídeo tá em espanhol, mas mulher bonita é língua universal.
Gornéfilo
terça-feira, 15 de julho de 2008
paranoid park
gus van sant é o mestre do silêncio em tempos de filmes barulhentos. impressionante o que esse cara que faz nesse filme. ele ainda dá uma ponta como o tio tommy do skatista moleque alex, personagem principal.
o mais punk desse paranoid park sãos as transições de extremo bom gosto de uma situação para outra, às vezes via som, porque a história não é contada da forma cronológica.
ah, outra coisa bem bacana são os flashbacks e slows, marcas constantes do diretor.
phoda!
canastrani
o mais punk desse paranoid park sãos as transições de extremo bom gosto de uma situação para outra, às vezes via som, porque a história não é contada da forma cronológica.
ah, outra coisa bem bacana são os flashbacks e slows, marcas constantes do diretor.
phoda!
canastrani
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Ela faz cinema
Não é filme, mas é clipe que tem um jeito de curta e, por sua vez, cinema. Nem comento chico buarque pra não tropeçar no clichê do clichê. Um clipurta que canta de cinema com várias de atrizes brasileiras.
Daí eu roubo do truffaut apergunta que ele colocou na boca de um personagem em a noite americana: por que as mulheres são tão enigmáticas?
Aliás fodíssimo filme, mas isso já é outra blogtória...
canastrani
Daí eu roubo do truffaut apergunta que ele colocou na boca de um personagem em a noite americana: por que as mulheres são tão enigmáticas?
Aliás fodíssimo filme, mas isso já é outra blogtória...
canastrani
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Harry e Sally, feitos um para o outro
When Harry Met Sally... (Harry e Sally, feitos um para o outro)
Billy Crystal (ainda com cabelo) e Meg 'Oh, my fuckin Jesus' Ryan discutindo a amizade entre homens e mulheres.
Memoravel!
Lauro
Billy Crystal (ainda com cabelo) e Meg 'Oh, my fuckin Jesus' Ryan discutindo a amizade entre homens e mulheres.
Memoravel!
Lauro
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Conduta de risco
(Michael Clayton, Drama, 2007)
Conduta de risco é um ótimo filme, mas a cena fodáxima está quando sobem os créditos. George Clooney (o Michel Clayton do título em inglês) faz o que acaba de fazer, entra em um táxi, o motorista "Pra onde?" e ele: "Pra onde esses 50 dólares puderem me levar" e dá o dinheiro. Acaba o filme, começa a cena que vale à pena. A tela se divide um duas. Na esquerda, aquele fundo preto habitual e os crédidtos subindo. Na parte direita, a câmera fecha no Clooney sentado no banco traseiro do táxi, da cintura pra cima (esqueci o nome desse plano). Durante os cinco, seis minutos em que sobem os nomezinhos à esquerda, vemos George nos presentear com uma atuação foda. A respiração, o olhar, os gestos... todos os detalhes nos mostram o turbilhão de emoções e angústia e alívio e tudo o mais que ele está sentindo depois de fazer o que acaba de fazer. Muito, mas muito foda, a ponto de te prender magneticamente até que a cena realmente chegue
no fim, exatamente com o fim dos créditos.
Gornéfilo
Conduta de risco é um ótimo filme, mas a cena fodáxima está quando sobem os créditos. George Clooney (o Michel Clayton do título em inglês) faz o que acaba de fazer, entra em um táxi, o motorista "Pra onde?" e ele: "Pra onde esses 50 dólares puderem me levar" e dá o dinheiro. Acaba o filme, começa a cena que vale à pena. A tela se divide um duas. Na esquerda, aquele fundo preto habitual e os crédidtos subindo. Na parte direita, a câmera fecha no Clooney sentado no banco traseiro do táxi, da cintura pra cima (esqueci o nome desse plano). Durante os cinco, seis minutos em que sobem os nomezinhos à esquerda, vemos George nos presentear com uma atuação foda. A respiração, o olhar, os gestos... todos os detalhes nos mostram o turbilhão de emoções e angústia e alívio e tudo o mais que ele está sentindo depois de fazer o que acaba de fazer. Muito, mas muito foda, a ponto de te prender magneticamente até que a cena realmente chegue
no fim, exatamente com o fim dos créditos.
Gornéfilo
quarta-feira, 18 de junho de 2008
segunda-feira, 16 de junho de 2008
fim dos tempos
várias sequências fodásticas no mais novo filme daquele cara que fez sexto sentido, mas não só isso.
a sequência de corpos caindo do prédio e a sequência do trem são absurdas. a primeira pela realidade e maneira como foi filmada centrando na reação de um personagem.
a segunda pela tensão punk que o diretor cria.
mais uma coisa: a trilha é fantástica. eu acho que ele é o diretor que mais se aproxima do mestre alfredo acerta saco.
the happening - m. night shyamalan
canastrani
a sequência de corpos caindo do prédio e a sequência do trem são absurdas. a primeira pela realidade e maneira como foi filmada centrando na reação de um personagem.
a segunda pela tensão punk que o diretor cria.
mais uma coisa: a trilha é fantástica. eu acho que ele é o diretor que mais se aproxima do mestre alfredo acerta saco.
the happening - m. night shyamalan
canastrani
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Mundo Novo
Uma família de simples italianos no início do século XX embarca na monstruosa máquina com destino ao novo mundo, onde as frutas são do tamanho de gente, o dinheiro dá em árvore e os rios são de leite. Ainda chocados com as novidades que eles viram e viveram até aquele momento, a família fica ali reunida no convés do navio, em silêncio, olhando para o povo que fica no cais. A câmera sobe e muda o nosso ângulo de visão. Agora olhamos o povo lá de cima, um “mar de cabeças” toma todos os espaços da tela, não é possível ver o chão e desta maneira, não conseguimos dizem quem está dentro do navio e quem está no cais. O navio toca o apito. Todo mundo pula de susto (inclusive quem está assistindo). Lentamente o navio se afasta do cais e você começa a perceber quem vai e quem fica. Lentamente o mar vai ganhando espaço entre os dois “povos” e vemos uma nação dividida, como tantas outras...
Nuovomondo – Emanuele Crialese; com: Vincenzo Amato e Charlotte Gainsbourg
Fante
Nuovomondo – Emanuele Crialese; com: Vincenzo Amato e Charlotte Gainsbourg
Fante
terça-feira, 10 de junho de 2008
o reino
(introdução rápida, por se tratar do primeiro texto. É sempre bom avisar...) Sinto muito, não conheço tanto de cinema quanto meus três colegas. Enquadramento, atuação, iluminação, pós-produção... lhufas. Para detalhes técnicos, favor ler os outros três. Eu vou falar de cenas que foram fodas dentro da história, que representaram algo ducaralho no contexto da coisa. Simples assim.
O Reino (2007) - Dir. Peter Berg. Com Jamie Foxx e Jeniffer Garner
Filme extremamente realista. Para o tipo de história, casa direitinho. No final, a parte fodérrima. Dois diálogos, idênticos, se alternam em países e culturas e pessoas completamente diferentes. Nos EUA, um dos soldados pergunta para Jamie Foxx:
- O que você falou para ela (Jeniffer Garner) que a fez parar de chorar (lá no começo do filme)?
Na Arábia Saudita, a mãe pergunta para o filho, neto do terrorista morto:
- O que seu avô sussurrou para você antes de morrer?
A resposta, idêntica, retrata direitinho o motivo da guerra nunca ter fim (nenhuma delas, seja contra o terrorismo ou não).
Não vou contar o que eles falaram, claro. Mas estou besta até agora com quão simples e verdadeira é a resposta.
Gornéfilo
O Reino (2007) - Dir. Peter Berg. Com Jamie Foxx e Jeniffer Garner
Filme extremamente realista. Para o tipo de história, casa direitinho. No final, a parte fodérrima. Dois diálogos, idênticos, se alternam em países e culturas e pessoas completamente diferentes. Nos EUA, um dos soldados pergunta para Jamie Foxx:
- O que você falou para ela (Jeniffer Garner) que a fez parar de chorar (lá no começo do filme)?
Na Arábia Saudita, a mãe pergunta para o filho, neto do terrorista morto:
- O que seu avô sussurrou para você antes de morrer?
A resposta, idêntica, retrata direitinho o motivo da guerra nunca ter fim (nenhuma delas, seja contra o terrorismo ou não).
Não vou contar o que eles falaram, claro. Mas estou besta até agora com quão simples e verdadeira é a resposta.
Gornéfilo
Cassino Royale
Ele entra no quarto de hotel procurando sua parceira, mas ela não está. Percebendo que há alguém no banheiro, ele se move lentamente até a porta e abre bem devagar. Pronto, aí está ela! Sentada no chão abraçando os próprios joelhos, com o olhar distante e ainda vestida, bem debaixo da água do chuveiro. Ela acaba de tirar a vida de um ser humano, uma experiência inédita e nada fácil.
Sem dizer uma palavra, ele entra no box sem tirar o smoking e tão pouco os sapatos, senta do lado dela e pergunta: “Você está com frio?” ela faz que “sim” com a cabeça, ele levanta o braço direito, gira a torneira da água quente e aproveita o movimento do braço para abraçar a companheira e tentar confortá-la.
O volume da trilha aumenta na medida que a câmera se afasta - fade out.
Fante
Sem dizer uma palavra, ele entra no box sem tirar o smoking e tão pouco os sapatos, senta do lado dela e pergunta: “Você está com frio?” ela faz que “sim” com a cabeça, ele levanta o braço direito, gira a torneira da água quente e aproveita o movimento do braço para abraçar a companheira e tentar confortá-la.
O volume da trilha aumenta na medida que a câmera se afasta - fade out.
Fante
segunda-feira, 9 de junho de 2008
ronin
Ronin (John Frankenheimer, 1998) - [Assista]
Uma das mais memoráveis cenas de perseguição automobilística do cinema. De dar inveja a qualquer John Woo.
Atenção especial às expressões do Jean Reno no carona, além de parecer que o cara tá realmente tenso, tem uma hora no túnel, que o De Niro passa entre um carro capotado girando e a parede que só trocam um olhar de como quem pensa 'essa foi foda...'
Animal!
De Niro, Jean Reno, Natascha McElhone, Stellan Skarsgård, e Sean Bean. (aliás a Natascha acaba com o estigma da mulher barbeira, guia muito)
por: Lauro
Uma das mais memoráveis cenas de perseguição automobilística do cinema. De dar inveja a qualquer John Woo.
Atenção especial às expressões do Jean Reno no carona, além de parecer que o cara tá realmente tenso, tem uma hora no túnel, que o De Niro passa entre um carro capotado girando e a parede que só trocam um olhar de como quem pensa 'essa foi foda...'
Animal!
De Niro, Jean Reno, Natascha McElhone, Stellan Skarsgård, e Sean Bean. (aliás a Natascha acaba com o estigma da mulher barbeira, guia muito)
por: Lauro
todos dizem eu te amo
Woody allen é um desajustado morando em paris. Até aí, quase nada mudou. Daí ele é amigo da ex-mulher. Até aí, nada mudou. Agora, os dois dançando à margem do rio sena é bem foda.
canastrani
segunda-feira, 10 de março de 2008
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